Gosto muito de oferecer poemas. Carta a meus filhos sobre os fuzilamentos de Goya ofereci a antigos alunos. Ao tempo não havia copy paste e decidi fabricar um postal de natal para eles.
Era um tempo certo para este poema. A maior parte nem o terá lido convenientemente. Natal , tempo de férias e de esquecer a escola. Mas lembro o silêncio que se seguiu à leitura e o olhar de alguns, poucos. O que quer ela desta vez?
Agora também me apetece o silêncio. Mas ninguém aqui é meu aluno.
